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A mostrar mensagens de março, 2010

O meu mundo*

O meu quarto ... é so meu ninguem entra no meu mundo ... fecho os olhos... sou a estrela ... mudo tudo num segundo... tenho a idade que quiser...faço o que me apetecer... E em frente ao espelho os meus sonhos sao reais sou cantora, sou actriz e muito mais tenho asas pra voar chego onde quiser chegar.... O meu quarto ... é o meu mundo sou uma nuvem no meu céu... tomo a forma que quiser neste espaço que é so meu tenho tempo pra viver.... e os amigos que escolher... E em frente ao espelho os meus sonhos sao reais sou cantora, sou actriz e muito mais tenho asas pra voar chego onde quiser chegar.... p.S. Música da Floribela - Luciana Abreu 

Fiéis são os animais? =D

No outro dia vi numa revista um documentário com o seguinte tema e achei imensa graça...   Porque é que há tanta gente preocupada com a fidelidade do seu parceiro, quando os próprios também não são nenhuns santinhos? Segundo o mesmo texto, a fidelidade é como o gene da obesidade, tem mais a ver com a nossa natureza do que com a nossa vontade. Ou nao? Um infiel será sempre um infiel assim como um obeso terá sempre pré-disposição para ser obeso? E como é que se ajudam os infieis a mudarem os seus comportamentos? Agora retomando o título inicial, porque é que nos preocupamos tanto com isso se nós também podemos ter tendência para a infidelidade? às vezes pode ser dificil comandar o rumo das coisas, mas somos nós que tomamos o comando... só traimos se quisermos, não há ca desculpas* nao é genético =D,  e só tem medo da traição quem acha que a comete de forma fácil... quando se trai, temos a consciência perfeita que podemos ser traidos, é justo!

E quando nunca nos imaginamos numa situação destas, eis que...

Vamos para o Carnaval e alguém nos aborda... Trocamos números de telemóvel e até esquecemos o nome da pessoa, mas no dia seguinte, e depois da ressaca, recebemos a mensagem de cumprimentos... A partir daí surgem as conversas normais, quase que se fala do tempo, mas dão uma sensação de conhecimento do passado, fala-se sem receios e com descontração... e vamo-nos conhecendo! * Marca-se o primeiro encontro e aí fica-se com o pé atrás mas quem não arrisca não petisca, sempre mo disseram... Falamos como se já nos conhecêssemos há muito... falamos como se já fossemos amigos de longa data... falamos como se já tivéssemos conversas em comum... e se não tínhamos, fomos arranjando na maior das descontrações... As circunstâncias ajudam e a relação estabelece-se* Nenhum dos dois sabe definir a relação mas ela é boa*