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Marry me*

Não é o fim de mundo, não se fica louco e não são necessários 3 anos antes, mas dá algum trabalho e acima de tudo exige muita paciência. Sim, estou a falar de planear um casamento!




A fazer:

Comunicar a notícia aos familiares
Definir a Data

Escolher a Igreja


Ver as quintas e o catering
Escolher o Menu
Lista prévia de convidados
Orçamentar a festa
Procura do fotógrafo
Procura da animação/Música
Ver os acessórios para a festa
Convites para convidados
Assistência aos convidados para o casamento
Ver vestidos de Noiva
Ver fatos de Noivo
Escolher roupas das meninas(os) de alianças
Escolher alianças
Falar com o padre sobre a cerimónia
Passar no registo civil
Cursos pré-nupciais
Escolher destinos de Lua de Mel
Escolher as ofertas para os convidados
Escolher o Bolo da noiva
Despedida de Solteira
Acessórios da Noiva
Lingerie
Cabeleireiros e maquilhagem
Escolher o ramo
Disposição dos convidados na mesa
Falar com o padre, e comprovar que está tudo em ordem!




Se parece fácil, não o é...

Se parece o fim do mundo, não o é...




Só temos de aproveitar ao máximo esta etapa que acredito piamente que no final do dia C&B valerá a pena!!





Eis agora algumas tradições do Special Day*


O vestido branco
Pode parecer mentira, mas vestir de branco é uma moda relativamente moderna, mais concretamente do século XIX, quando a rainha Victoria   se decidiu casar desta cor com Alberto de Saxe-Coburg. O branco também é símbolo de pureza e virgindade.
Algo velho, algo novo, algo azul e algo emprestado
A tradição diz que a noiva deve chegar ao altar com:
  • Algo velho que representa a ligação da noiva com as suas origens familiares e com o seu passado, bem como a passagem a uma “nova vida”.
  • Algo novo que representa a esperança na nova vida que espera a noiva, cheia de felicidade e bons agouros.
  • Algo azul, símbolo da pureza e da fidelidade no casal.
  • Algo emprestado que representa a felicidade e a boa sorte desejados ao futuro casal por parte de uma verdadeira amizade.
  • O anel de compromisso
    Simboliza o amor eterno do noivo pela sua futura esposa, um amor tão forte e puro como o ouro e os diamantes, materiais normalmente utilizados na elaboração de anéis de noivado.
    As alianças
    O ritual da troca das alianças tem a sua origem na cerimónia pagã da Roma Antiga, embora já os egípcios trocassem alianças perpetuando assim o seu amor. O facto de as levar no dedo anelar vem de uma antiga crença grega que dizia que a veia deste dedo conecta diretamente com o coração.
    Atirar arroz
    A tradição de atirar arroz aos recém casados tem a sua origem na cultura asiática, onde o arroz é símbolo de fertilidade. Com este ritual deseja-se aos noivos uma grande descendência.
    Levar liga
    A liga representa o mistério e a virgindade. Como o branco simboliza a pureza e o azul fidelidade, muitas mulheres optam por levar uma liga com estas cores.
    Oferecer a liga e atirar o ramo
    A tradição do noivo tirar a liga à noiva e oferecê-la tem a sua origem em França no século XVI, onde se considerava que a liga trazia boa sorte. Os convidados perseguiam a noiva e tiravam-lhe a liga à força. Para evitar isto as noivas começaram a “atirá-la” voluntariamente. Este costume alargou-se depois ao ramo. Atualmente, a tradição de atirar o ramo ou oferecê-lo diz que a pessoa que o agarre ou receba será a próxima a casar-se.  Por seu lado, o costume de levar um ramo vem do antigo Egito, onde se considerava que afugentava os maus espíritos.













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