Veio ao mundo no dia 3 de Janeiro.... fresquinha fresquinha e apressada que só ela. Ela apressada e a mãe a achar que já dava bem conta do recado, aliás, já era a segunda. Pois está certo!!
No dia 02 fui à consulta e já tinha 3 cm de dilatação. Vim para casa, como se não fosse nada. Passei a tarde no sofá a sentir as pequenas contrações. Pequenas que como é certo, foram aumentando, mas eu aguentei firme e forte... ahh, hei-de perceber quando é a altura certa!!!
Passei a noite a olhar para o telemóvel e a controlar as contrações e os minutos.
Ás 6h da manhã, tive uma dor e rebentou o rolhão mucoso. Pensei: aqui está a altura.
O Bernardo foi tomar banho, eu tomei banho, levamos a Evi a casa dos avós e eu já me agarrava bem à porta do carro. Aí comecei a pensar que podia ter-me atrasado. Comecei a ver os minutos apressados, a dor a aumentar, a distância ao HSJ era sempre a mesma, o carro não voava....
Cheguei ao hospital e subi ao piso 5 de cadeira de rodas. Já nem me segurava. Já só chamava pela epidural, qual mãe ou qual tia Rosa... EPIDURAL!!
A médica anestesista nunca mais chegava e eu só queria ferrar em alguém. Sim, ferrar, porque as dores das contrações faziam-me dessas coisas. Branca que nem cal, mas com uma força que ferrava em alguém e arrancava pele. Entretando eram 10h da manhã e lá fui anestesiada.
ahhhhhhhhh o alívio do mundo moderno!!! Durante uns 20 min ainda sentia a parte direita das dores mas depois, já respirava tranquila e sentia a menina a querer sair rápido.
Tive várias caras na sala de partos. Médicas, enfermeiras, estagiários, obstetras, marido.
Às 11h fiz o último puxe e a minha Maria Manuel veio ao mundo. Linda que só ela!! O pai cortou o cordão umbilical, a tia Rosa vestiu-a e eu peguei nela. Levei um ponto. Foi um parto lindo disseram-me. Eu sabia. Sei que o avô do céu ficou babado.
Fiquei no hospital até sábado. Dividi o quarto com uma mãe com alguns problemas, mas que tinha corrido bem. Cheguei a casa com o pai, a mais velha e logo depois a avó Maria e a Tia Ana. Depois a Avó Luz e o Avô Agostinho.
Até à data já engordou bem e é uma fofa bem comportada. Ainda nem saiu de casa para passeios. É só casa, centro de saúde, centro de saúde, casa.
A Mana adora-a, mas ficou ainda mais coladinha a mim. Só quer dormir comigo, que eu a leve à escola, que brinque com ela. Como é de um nível superior, ela percebe que o pai tb precisa do mimo dela e que eu tenho de dedicar algum do meu tempo à Mi, mas mesmo assim, se puder ficar só com ela, ela agradece!! ;D
No dia 02 fui à consulta e já tinha 3 cm de dilatação. Vim para casa, como se não fosse nada. Passei a tarde no sofá a sentir as pequenas contrações. Pequenas que como é certo, foram aumentando, mas eu aguentei firme e forte... ahh, hei-de perceber quando é a altura certa!!!
Passei a noite a olhar para o telemóvel e a controlar as contrações e os minutos.
Ás 6h da manhã, tive uma dor e rebentou o rolhão mucoso. Pensei: aqui está a altura.
O Bernardo foi tomar banho, eu tomei banho, levamos a Evi a casa dos avós e eu já me agarrava bem à porta do carro. Aí comecei a pensar que podia ter-me atrasado. Comecei a ver os minutos apressados, a dor a aumentar, a distância ao HSJ era sempre a mesma, o carro não voava....
Cheguei ao hospital e subi ao piso 5 de cadeira de rodas. Já nem me segurava. Já só chamava pela epidural, qual mãe ou qual tia Rosa... EPIDURAL!!
A médica anestesista nunca mais chegava e eu só queria ferrar em alguém. Sim, ferrar, porque as dores das contrações faziam-me dessas coisas. Branca que nem cal, mas com uma força que ferrava em alguém e arrancava pele. Entretando eram 10h da manhã e lá fui anestesiada.
ahhhhhhhhh o alívio do mundo moderno!!! Durante uns 20 min ainda sentia a parte direita das dores mas depois, já respirava tranquila e sentia a menina a querer sair rápido.
Tive várias caras na sala de partos. Médicas, enfermeiras, estagiários, obstetras, marido.
Às 11h fiz o último puxe e a minha Maria Manuel veio ao mundo. Linda que só ela!! O pai cortou o cordão umbilical, a tia Rosa vestiu-a e eu peguei nela. Levei um ponto. Foi um parto lindo disseram-me. Eu sabia. Sei que o avô do céu ficou babado.
Fiquei no hospital até sábado. Dividi o quarto com uma mãe com alguns problemas, mas que tinha corrido bem. Cheguei a casa com o pai, a mais velha e logo depois a avó Maria e a Tia Ana. Depois a Avó Luz e o Avô Agostinho.
Até à data já engordou bem e é uma fofa bem comportada. Ainda nem saiu de casa para passeios. É só casa, centro de saúde, centro de saúde, casa.
A Mana adora-a, mas ficou ainda mais coladinha a mim. Só quer dormir comigo, que eu a leve à escola, que brinque com ela. Como é de um nível superior, ela percebe que o pai tb precisa do mimo dela e que eu tenho de dedicar algum do meu tempo à Mi, mas mesmo assim, se puder ficar só com ela, ela agradece!! ;D
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